Portal GPN na Avenida Paulista ecoa combate ao feminicídio em protesto de milhares, em São Paulo

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Fotos: Nádhia Zaparolli

Milhares de vozes ecoaram hoje na Avenida Paulista em um ato histórico contra o feminicídio, transformando dor em força e esperança. Personalidades como Erika Hilton e Eduardo Suplicy marcaram presença, reforçando o peso político e social da mobilização.

Ato multitudinário na Paulista

  • Mais de 9 mil pessoas se reuniram neste domingo (7/12) na Avenida Paulista, em frente ao MASP, em um protesto vibrante contra o feminicídio.
  • O evento foi organizado pelo Movimento Nacional Mulheres Vivas, após uma série de casos brutais que chocaram São Paulo e o Brasil.
  • A manifestação lotou os dois lados da avenida, transformando o coração da capital em palco de resistência e união.

Feminicídio em São Paulo: números alarmantes

  • São Paulo lidera os índices de feminicídio no Brasil, com recorde nacional em 2025.
  • O Brasil registrou mais de mil casos de feminicídio apenas neste ano, colocando o país entre os que mais matam mulheres no mundo.
  • A violência de gênero, tipificada pela Lei 13.104/2015, prevê penas de até 40 anos de prisão, mas os números mostram que a luta está longe de acabar.

Presença de personalidades

  • A deputada Erika Hilton, referência na defesa dos direitos humanos e da população LGBTQIA+, esteve presente e discursou sobre a urgência de políticas públicas efetivas.
  • O vereador e ex-senador Eduardo Suplicy também participou, reforçando seu histórico de apoio às causas sociais e de igualdade.
  • Presença da deputada Sâmia Bonfim e de diversas lideranças políticas de nome.
  • A presença dessas figuras públicas deu ainda mais visibilidade ao ato, ampliando o alcance da mensagem.

Cobertura especial

  • O Portal GPN (Grupo Portal de Notícias) realizou uma cobertura exclusiva do evento.
  • A correspondente Nadhia Zaparolli esteve no local, registrando imagens que captaram a força e a emoção da manifestação.
  • As fotos mostraram cartazes, faixas e rostos determinados, compondo um mosaico de resistência e esperança.

Um grito coletivo

O ato na Paulista não foi apenas uma manifestação: foi um grito coletivo contra a violência de gênero, um chamado para que sociedade e autoridades enfrentem de forma urgente o feminicídio. Entre lágrimas, abraços e cantos, ficou claro que a luta pela vida das mulheres é também a luta pela democracia e pela dignidade humana.

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